De: Djavan & Aldir Blanc
Eu devia ter sentido o teu rancor
Mas tava doido num jogo do Vas________co_ô_ô_____ô!
Eu fiquei cego na estra_____da de Damas_________co
E armei num botequim, vi___rei a me___sa
Tava em êxtase que nem Santa Te__re__sa
Eu devia ter partido a tua cara
Mas eu era um São Sebas___tião flechado
Mais um Seu Zé Ma___né, un_____gido e mal pa________go
Escada pro céu na rua da Passa____gem
Aura marginal do mor___to na ga___ra___gem
Barra___bás, que_________ru___bim, pi___nel
Eu, xará, um bár___baro
Arata____ca sa____quean__do Ro________ma
Eu, xa___rá, um bê___bado babaca
Em es_________tado de co____ma
Eu, xa_____rá, o cor___deiro de Deus
O bo__de ex___pia______tó___rio
A tes___temu______nha ocu___lar que não tem na______da a ver
O con___den______ado que não tem nada a per______der
O mor___do_______mo na chan_____chada de suspe______nse
O presun___to na Baixada Flumi_____nense
A tes___temu______nha ocu___lar que não tem na______da a ver
O con___den______ado que não tem nada a per______der
O mor___do_______mo na chan_____chada de suspe______nse
O presun___to na Baixada Fluminense
Eu devia ter sentido o teu rancor
Mas tava doido num jogo do Vas________co_ô_ô_____ô!
Eu fiquei cego na estra_____da de Damas_________co
E armei num botequim, vi___rei a me___sa
Tava em êxtase que nem Santa Te__re__sa
Eu devia ter partido a tua cara
Mas eu era um São Sebas___tião flechado
Mais um Seu Zé Ma___né, un_____gido e mal pa________go
Escada pro céu na rua da passa____gem
Aura marginal do mor___to na ga___ra___gem
Na ga___ra_______gem Na ga___ra_______gem