Intro: C Bb G (4x)
Vamos deixar as janelas abertas
Deixar o equilĆbrio ir embora
Cair como um saxofone na calƧada
Amarrar um fio de cobre no pescoƧo
Acender um intervalo pelo filtro
Usar um extintor como lenƧol
Jogar pólo-aquÔtico na cama
Ficar deslizando pelo teto
Da nossa casa cega e medieval
Cantar canƧƵes em lĆnguas estranhas
Retalhar as cortinas desarmadas
Com a faca surda que a fƩ sujou
Desarmar os brinquedos indecentes
E a indecência pura dos retratos no salão
Vamos beber livros e mastigar tapetes
Catar pontas de cigarros nas paredes
Abrir a geladeira e deixar o vento sair
Cuspir um dia qualquer no futuro
De quem jĆ” desapareceu
Deus, Deus, somos todos ateus
Vamos cortar os cabelos do prĆncipe
E entregĆ”-los a um deus plebeu
E depois do comeƧo
O que vier vai comeƧar a ser o fim.
E depois do comeƧo
O que vier vai comeƧar a ser o fim.
E depois do comeƧo
O que vier vai comeƧar a ser o fim.
E depois do comeƧo
O que vier vai comeƧar a ser... Oooh...