Intro
Eu ponho fogo na palha
E fico olhando lamber
Eu introduzo o ferro à fornalha
Espero até derreter
Então eu afio
O aço de um punhal
Provo o seu fio
Na sombra do próprio mal
Rimo etcetera e tal
Tiro da terra o sal
Fecho a tampa
E jogo a pá de caos
Eu sento a pua na marra
Até a marra ceder
Eu desamarro todos os bodes
Antes do porto arder
E jogo meus bichos em cima de quem temer
Acho no lixo a flor que ainda vai nascer
Não há nada pra entender
Não há ninguém pra satisfazer
D7 B7 A G E7/9+ Solo
Paro, olho e sigo, ser ou não